Educação Instituição fica em 1.183º lugar ante colocação 1.122ª na avaliação de 2025
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A UFABC (Universidade Federal do ABC) caiu 61 posições na edição 2026 do ranking Global 2000, divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Centro Mundial de Rankings Universitários (CWUR, na sigla em inglês). A instituição ficou em 1.183º lugar, entre as 21.291 avaliadas, ante o 1.122º do mapeamento de 2025. A pontuação teve variação de 69,9 para 69,3 neste ano. Apesar da queda, a UFABC está entre as 5,6% maiores universidades do mundo.
Do total de 52 instituições brasileiras, 45 também caíram em suas posições no ranking publicado desde 2012. Entretanto, a UFABC teve uma das quedas mais acentuadas entre as universidades do Brasil, perdendo para apenas oito delas. A maior queda foi do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), que caiu 121 posições, saindo da 1.952ª para 1.831ª.
A USP (Universidade de São Paulo), que continua sendo a melhor instituição do Brasil, desceu uma posição e está na 119ª. Na sequência, em segundo lugar no ranking nacional, aparece a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), na 346ª, seguida pela Unicamp (Universidade de Campinas), na 379ª. A UFABC, entre as universidades brasileiras, está em 25º lugar, uma posição acima da alcançada no ano passado, quando ficou em 26º. Na classificação mundial, a liderança é da Universidade Harvard com 81,2 pontos. Em segundo lugar, está o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e, em terceiro, Stanford.
Para a UFABC, variações dessa natureza são esperadas em rankings internacionais, já que não são considerados apenas o desempenho da própria instituição, mas também a evolução das demais avaliadas. “O resultado confirma a posição de destaque da UFABC no cenário nacional e internacional. Trata-se de uma universidade jovem que se mantém entre as mais bem avaliadas do Brasil e do mundo, com reconhecimento especialmente relacionado à sua produção científica e ao impacto da pesquisa desenvolvida”, ressaltou a instituição.
O CWUR utiliza quatro indicadores principais para classificar as instituições. Pesquisa é o quesito com maior peso, representando 40% da pontuação, e avalia a produção de estudos, publicações em jornais de elite, influência e citações. Nesta classificação, a universidade brasileira ficou na 1.134ª posição, ante a 1.074ª em 2025.
Outros itens considerados são educação (25%), baseado no desempenho acadêmico de ex-alunos; empregabilidade (25%), que avalia o resultado dos ex-estudantes no mercado de trabalho; e corpo docente (10%), medido pelo número de professores e pesquisadores que ganharam os principais prêmios e medalhas acadêmicas internacionais.
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